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O karma social das marcas

Marina Wajnsztejn, do grupo OON Networking, apresentou o conceito de social karma

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Bruno Borin
28 de Abril de 2010 às 18:29

A penúltima palestra do ProXXIma Garage trouxe Marina Wajnsztejn, do Ü - grupo OON Networking - para apresentar o conceito e o funcionamento do social karma com as marcas. Ela começou explicando que a tendência do mercado hoje é utilizar as mídias sociais para se comunicar, e que a rede social digital trouxe a possibilidade das pessoas interagirem de diversas formas, uma vez que o meio digital permite que se relacionem cada vez mais sem fronteiras, com muitos assuntos pipocando.

Desta forma, com as pessoas manifestando-se pela internet - e naturalmente contando histórias - acabam criando histórias que alimentam um karma. E as marcas, buscando falar com as pessoas independente de onde estão, recebem este impacto naturalmente.

Se uma campanha ou um produto são bons, isso reverbera de maneira positiva na rede social, e o contrário também vale - isto é chamado de line social. A presença das marcas nas redes, através de canais como perfis ou páginas, seria o brand social. Sendo assim, o social karma seria o retrato da marca nessas redes sociais, aquilo que falam dela e aquilo que ela carrega, determinado pelo mix do live social, do brand social e das manifestações espontâneas - uma vez que o público é incontrolável, e pode comentar a respeito do que quiser, quando quiser.

Para "medir" o social karma de uma marca, é necessário apurar a sua repercussão nas redes através de quem a comenta. Por exemplo, uma pessoa com 150 mil seguidores que "twitte" algo negativo sobre uma marca, causará mais impacto do que um twitteiro de 150 seguidores; a mesma coisa acontece com comentários positivos. Marina explicou também que as conseqüências do social karma para as marcas são muito positivas, uma vez que, além de garantir um feedback rápido para a empresa, proporciona insights sobre produtos e serviços através da opinião dos consumidores.

No final, Marina explicou a importância da empresa estar inserida nas redes sociais, uma vez que é muito mais fácil falar com o "blogueiro" - ou usuário de rede social - quando se está inserido no canal. Falou também que o buzz total de uma campanha ou produto sempre será incontrolável - assim como o público - já que só uma parte dele é mensurável. E completou sua reflexão dizendo que uma comunidade não existe sem história, e cabe à marca optar por estar lá dentro - e fazer parte dela - ou não.

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