O coro de críticas à Nokia pelo caráter enganoso do viral sobre o sujeito que procurava a garota da balada (leia mais aqui) pode estar perdendo de vista um lado ainda mais questionável da campanha. Não foi correto, obviamente, induzir as pessoas a acreditar que se tratava de uma história real. Mas outras campanhas, convenhamos, já enveredaram por este caminho, de forma bem humorada, sem provocar reação tão negativa. O que talvez mais incomode, neste caso, é a completa falta de nexo entre o conteúdo da mensagem e o produto. Como se, nestes tempos saturados de comunicação e mídias, valesse tudo para capturar a atenção. A qualquer custo, e ainda que sem qualquer aderência com a identidade e o propósito da marca (...