A Cheil, que por muito tempo funcionou quase como house da Samsung — com o anunciante detendo cerca de 15% das ações da agência coreana até o início do ano —, pode estar perdendo espaço na conta que a sustenta. A Samsung abriu concorrência global para seus negócios B2B. Além da Cheil, convidou as concorrentes Ogilvy e Leo Burnett (que tem a verba global de branding da companhia desde 2005). Embora não haja informação oficial sobre os valores da conta B2B, a disputa põe a Cheil em uma sinuca de bico: se perder, sofre um baque considerável em seu caixa; se vencer, compromete seu plano de não ser tão dependente da Samsung.
