Ok, estamos todos de acordo que viralizar um vídeo fake para fazer buzz sobre um produto, serviço ou lançamento é uma arte que está atingindo requintes antes reservados aos grandes mestres da prestidigitação. O sucesso instantâneo de alguns vídeos forjados para parecerem reais e que, de fato, acabam iludindo milhões de usuários poderia ser endereçado para o escaninho das discussões éticas, mas não é este o caso. Pessoalmente, prefiro me divertir com as pegadinhas ungidas em laboratórios nos quais publicitários com visão digital produzem irresistíveis alquimias visuais, como a da louca que destrói a marteladas o carro de sua paixão ou do amante em cuecas que escapole pe...