Em Pauta - Marketing & Negócios

TIM deixa Auditório do Ibirapuera

Depois de encerrar Prêmio e Festival de Música, operadora deixará de ser mantenedora do espaço, em São Paulo

Para enviar essa notícia é preciso efetuar o login, Aqui.
Por Renato Pezzotti
08 de Fevereiro de 2010 às 17:03

A TIM deixará o Auditório do Ibirapuera. Depois de encerrar seu Prêmio e seu Festival de música em março do ano passado (leia aqui), agora é a vez do Auditório ficar orfão da operadora, que investiu cerca de R$ 7 milhões no espaço em 2009. Leia o comunicado abaixo.

A operadora, que construiu o espaço dentro do parque, na zona sul de São Paulo, para completar o projeto assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, deixará de patrocinar o espaço. O contrato, que venceu em dezembro do ano passado, não será renovado. Todos os projetos do auditório são coordenados por uma organização de sociedade civil de interesse público (OSCIP), o Instituto Auditório Ibirapuera (IAI).

A produção de toda a programação do Auditório - o espaço hoje conta com mais ou menos 100 shows por ano - é de responsabilidade de Pena Schmidt, atual superintendente do espaço e que refina as sugestões de shows no local. Schmidt foi, entre outros eventos, um dos responsáveis por festivais como Hollywood Rock e Free Jazz e produtor de bandas como Titãs e Paralamas do Sucesso.

Além dos espetáculos, o IAI conta hoje com a "Escola do Auditório". Participam dela 120 crianças carentes da Zona Sul de São Paulo, com idades entre 9 e 18 anos e que foram escolhidas durante as atividades do projeto Tim Música nas Escolas.

Leia o comunicado:

"Nos últimos quatro anos, a TIM manteve uma parceria de muitos frutos com o Auditório Ibirapuera. Com muito orgulho, neste período, não poupou recursos, realizou a construção, executando um projeto de Oscar Niemeyer e doando-o para a cidade de São Paulo.

Acompanhou seu desenvolvimento, como único patrocinador, assumindo a totalidade dos custos para garantir sua manutenção e uma programação de qualidade. Agora que o Auditório Ibirapuera é uma casa de espetáculos e um lugar cultural bem estruturado e de sucesso reconhecido, achamos que é o momento certo para deixar este patrimônio à gerência autônoma cuidadosa e competente de seus administradores e da cidade de São Paulo."

Tags | Marketing | Negócios

Comentários
  • Terça-feira - 09/02/2010 | h07:26 Celio Albuquerque da Cunha

    Em outras palvaras : toma que o filho é teu. E como vão ficar os projetos ? Quem vai bancar ? Outra operadora ?




Adicionar mais amigos



A quantidade máxima é de 300 caracteres por mensagem.

Preencha corretamente os campos

Sua mensagem foi enviada com sucesso.

Obrigado

A quantidade máxima é de 300 caracteres por comentário.

Preencha corretamente os campos

Erro foi reportado com sucesso.