Em Pauta - Marketing & Negócios
GM fará campanha 100% digital em 2008
Montadora quer retorno mais rápido sobre publicidade que funciona e que não funciona
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A General Motors (GM) do Brasil fará em 2008 a primeira campanha com investimento totalmente voltado para mídias digitais. As agências McCann Erickson e Salles Chemistri vão criar a campanha conjuntamente. É a primeira vez que a montadora destina verbas de mídia exclusivamente para a internet.
Para o diretor de marketing da GM do Brasil, Samuel Russell, quando a montadora investe R$ 10 milhões em campanha, apenas 5% do total vai para mídias online. "Quero tirar a separação dos dois mundos. Testar tudo o que for possível. A presença digital será extraordinária. Queremos quebrar o paradigma de que 50% da publicidade funciona e 50% não funciona. Quando uma campanha da GM vai para revistas ou TV apenas 60 dias depois vou saber se funcionou ou não. O que o digital faz? Permite otimização constante da campanha. Se funcionou, gasto. Se não funcionou, paro de investir". Russel afirmou ainda que 80% dos consumidores brasileiros consultam internet antes de comprar carros, incluindo blogues especializados.
O investimento em marketing e publicidade da montadora deve crescer em 2008, quando a GM Motors mundial completa 100 anos. A McCann Erickson já começou a criar a campanha institucional. A montadora também quer continuar o rejuvenescimento da marca, focando ações de marketing e publicidade no público jovem de até 35 anos.
Neste mês, a GM brasileira registra novo recorde histórico de vendas no País que era 1997 (409.923 unidades). A expectativa de Russel é de que até o final do ano sejam vendidas 480 mil unidades. O Brasil é o terceiro mercado mundial da GM, depois dos Estados Unidos e China.
A General Motors ainda divulgou nesta quarta-feira, 7, o balanço mundial das vendas do terceiro trimestre. Houve perdas de US$ 39 bilhões por conta de amortização de créditos fiscais. Com o ajuste, a perda líquida do período foi de US 1,6 bilhão ante lucro líquido de US$ 497 milhões no mesmo período de 2006.
Para o diretor de marketing da GM do Brasil, Samuel Russell, quando a montadora investe R$ 10 milhões em campanha, apenas 5% do total vai para mídias online. "Quero tirar a separação dos dois mundos. Testar tudo o que for possível. A presença digital será extraordinária. Queremos quebrar o paradigma de que 50% da publicidade funciona e 50% não funciona. Quando uma campanha da GM vai para revistas ou TV apenas 60 dias depois vou saber se funcionou ou não. O que o digital faz? Permite otimização constante da campanha. Se funcionou, gasto. Se não funcionou, paro de investir". Russel afirmou ainda que 80% dos consumidores brasileiros consultam internet antes de comprar carros, incluindo blogues especializados.
O investimento em marketing e publicidade da montadora deve crescer em 2008, quando a GM Motors mundial completa 100 anos. A McCann Erickson já começou a criar a campanha institucional. A montadora também quer continuar o rejuvenescimento da marca, focando ações de marketing e publicidade no público jovem de até 35 anos.
Neste mês, a GM brasileira registra novo recorde histórico de vendas no País que era 1997 (409.923 unidades). A expectativa de Russel é de que até o final do ano sejam vendidas 480 mil unidades. O Brasil é o terceiro mercado mundial da GM, depois dos Estados Unidos e China.
A General Motors ainda divulgou nesta quarta-feira, 7, o balanço mundial das vendas do terceiro trimestre. Houve perdas de US$ 39 bilhões por conta de amortização de créditos fiscais. Com o ajuste, a perda líquida do período foi de US 1,6 bilhão ante lucro líquido de US$ 497 milhões no mesmo período de 2006.
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Comentários
Quinta-feira - 15/11/2007 | h11:43 roberto pires
Ver o amanhã e fazê-lo acontecer hoje é para aqueles que sabem e acredidam que o tottalmarketing só se faz fazendo as diferenças serem diferentes. Estamos com o webestradão aberto para exibir e ver os novos Chevrolet desfilarem aqui para os seus muito CHEVOLET FÂS, inclusive EU. www.tottalmarketing.com.br
Sexta-feira - 09/11/2007 | h08:13 Alexsandro Boni
Enfim um executivo que rompe com o paradigma atual!
Quinta-feira - 08/11/2007 | h09:43 Ricardo Rocha
Eh o começo do fim pros "gênios" do offline.